I
A cada hora
De espera,
Com coragem e esperança,
A mãe aguarda
A vinda
Para(a este)este mundo,
De um ser lindo,
Genial,
Especial,
Incomparável e desigual!
II
Nada comparável,
Equiparável
À nossa querida
Mãe,
Nem o pai!
III
O sofrimento
No parto
Para o nosso rebento,
Para o nosso nascimento,
É o reconhecimento
De cada um de nós como humano
Digno
Desse nome,
Como espécime
Racional
E integral.
IV
Amemos
À nossa mãe
Incondicionalmente,
Independentemente
Da nossa sorte
Em qualquer parte.
V
Mãe,
És linda
Como a seda
Ou como a porcelana
Vinda
Da China
Ou da Índia,
Que irradia
A beleza
Em cada mesa,
Em cada casa.
VI
A tua beleza
Não implica
Que sejas formosa,
Porque tu és única!
A tua beleza
Não é só exterior,
Mas sobretudo
Interior,
Porque trouxeste-me ao mundo!
Deste-me ao mundo!
VII
Sem ti,
Não existiria
A alegria,
Que sou eu,
Que hoje estou,
Integralmente teu!
VIII
Um beijo
Do teu "fidjo"(1)
Nas delícias do Tejo.
1). fidjo, em crioulo, filho.
MATERNIDADE DR. ALFREDO DA COSTA(4ª-FEIRA,03H3OMINUTOS), 21 DE SETEMBRO DE 2011.
MATTOS ( NDO)
sábado, 24 de setembro de 2011
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